Depois de desenvolver o 1º Guia Adaptado da maior cidade brasileira, vai mapear o Brasil promovendo a acessibilidade no turismo

29 07 2010

Quando, aos 22 anos, Andrea Schwarz perdeu o movimento das pernas e foi obrigada, pelo o que ela chama de destino, a usar a cadeira de rodas, percebeu que, como pessoa, não havia mudado, apenas tinha uma necessidade a mais. Aceitou e adaptou-se a sua nova condição e decidiu continuar fazendo o que gostava. Foi aí que surgiram alguns problemas. Ela, que sempre gostou muito de sair, não podia mais freqüentar qualquer lugar. Barreiras físicas, e às vezes, atitudinais, a impediam. Andrea percebeu que deficiente era a cidade onde vivia, São Paulo. Tinha medo de ao sair, passar por constrangimentos em locais onde deveria ser bem recebida como cliente. “Depois de ficar na cadeira, quando ia sair eu consultava um guia tradicional e conferia se havia o símbolo universal de acessibilidade, o da cadeira. Mas, muitas vezes quando chegava no local e conferia que não tinha nada: uma rampa muito íngreme, era impossível entrar no banheiro, e outras coisas. Depois, eu ligava, às vezes mais de uma vez, para o restaurante aonde iríamos e perguntava sobre banheiro, circulação, tudo. Percebi que era muito difícil sair de casa e que muitas pessoas deixavam de fazer o que gostam por causa disto.”

Mais informações em: http://www.sentidos.com.br/canais/materia.asp?codpag=5026&cod_canal=3

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