Designer cria celular com tela sensível ao toque para cegos

3 09 2010

(Noticiado no portal da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios – PEGN | texto e imagens da mesma fonte)

designer Nikko van Stolk desenvolveu um aparelho celular inovador, chamado Tactile, que funciona com um sistema de textura digital. O telefone envia as informações das funções requeridas pelo usuário como pulsos (batidas) de eletricidade na ponta dos dedos do mesmo, método que foi criado para simular uma textura. O produto foi desenvolvido para permitir o acesso de cegos a uma infinidade de recursos oferecidos pelas modernas multi-touch telefones celulares, como e-mail, mensagens multimídia, discagem por voz, agenda telefônica, processadores de texto.

(Atualizaremos a postagem conforme forem disponibilizadas mais informações sobre este inovador aparelho)





Inclusão social e digital na prática

27 05 2010

Vencedor do Conexão Cultura adaptou sua lan house para ser usada por deficientes visuais

Tatiana de Mello Dias

Como uma lan house pode contribuir para inclusão digital e educação? O pedagogo Celso Cerqueira Lima, de Ponta Grossa (PR), percebeu na faculdade que precisava adaptar sua lan house aos portadores de deficiência. Contornou as dificuldades financeiras, conseguiu softwares gratuitos e montou uma lan house com 20 computadores adaptados a deficientes visuais.

Celso Cerqueira Lima durante a entrega do prêmio (NILANI GOETTEMS/AE)

Ele foi o vencedor do prêmio Conexão Cultura, iniciativa da Fundação Padre Anchieta que surgiu para reconhecer boas práticas em lan houses.

Poucos minutos antes de receber o prêmio, na última quarta-feira, 31, ele contou como sua ideia cresceu. Além das horas de internet a R$ 1,50, sua lan house passou a oferecer cursos de formação. Um de seus alunos já está na faculdade – e até a mãe dele, de tanto levá-lo para as aulas, começou a estudar aos 50 anos. “Para você ver a mudança na mentalidade”, comemora.

Além de Celso, foram premiadas outras 11 iniciativas. Luciene Fontes, de Hortolândia (SP), ficou em segundo. Ela criou sua lan house para ajudá-la a pagar as prestações de um computador. Fazia a propaganda pelas ruas ao som da música “Banda Larga”, de Gilberto Gil. Fez de seu negócio um espaço de educação profissionalizante – o Luciene Express. “Percebi que a minha comunidade tinha a mesma dificuldade do que eu”, conta.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,inclusao-social-e-digital-na-pratica,3509,0.shtm








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